As melhores máscaras / óculos de esqui e snowboard atualmente
Ei, tudo bem rider? Se estás à procura dos teus primeiros óculos para snowboard, ou queres trocar os que já tens por algo em grande, estás no sítio certo. Muita malta desvaloriza a importância disto e depois compra uns óculos rasca que duram dois dias. Não falha: vemos pessoal nas aulas com cenas manhosas que se desfazem à mínima.
Normalmente pensa-se que a segurança vem só do capacete ou das proteções. Mas uns bons óculos de snow são também uma peça-chave no teu equipamento. E sim, podem mesmo fazer diferença na qualidade do teu riding. Quase tanto como umas boas botas ou uma boa tábua. Por isso, não tentes poupar demasiado — o melhor é investir logo em algo de jeito.
Se procuras algo barato, esta lista não é para ti. Aqui só mostramos óculos de snowboard com qualidade superior, sempre com uma excelente relação qualidade/preço. Estamos a falar de modelos por volta dos 120€, que foram testados por instrutores e riders experientes. Fica a saber o que achámos.
Estas são, para nós, os melhores óculos de snowboard do momento:
Anon M4 Toric MFI

Depois de testar imensos modelos, estes M4 Toric MFI da Anon destacam-se à séria. A visão é simplesmente brutal. O formato da lente encaixa na perfeição à volta dos olhos, oferecendo uma visão periférica incrível — quase como se não tivesses nada na cara. Tamanho: grande.
O que curtimos mais:
O que curtimos menos:
Outro ponto forte é o sistema de troca rápida de lentes. Imagina o tempo a mudar de repente na montanha… com estes óculos, trocas de lente num instante sem sequer tirares as luvas. A ventilação também é top — mesmo com descidas puxadas e muita humidade, não ficaram embaciados. São caros, sim. Mas pela qualidade e funcionalidades que oferecem, valem cada cêntimo.
Dragon NFX2

Logo a seguir vêm os NFX2 da Dragon, que também não desapontam. O melhor? Misturam o melhor dos dois mundos: a definição de uma lente esférica com o look e ajuste de uma cilíndrica. O resultado é uma visão nítida, mas sem aquela curvatura exagerada que às vezes atrapalha.
As lentes magnéticas Swiftlock são outro ponto positivo. Trocas de lente sem tirar as luvas? Sim, por favor. É mesmo prático quando o clima muda.
Se há um ponto fraco, é que as lentes são um pouco mais sensíveis a riscos. Nada grave, mas convém ter cuidado no manuseio. Fora isso, são uma das opções mais sólidas da época 👌
Giro Blok

Usámos os Blok da Giro em várias aulas e em condições muito diferentes. E olha, em dias nublados ou com pouca visibilidade, são brutais. A tecnologia VIVID, feita em parceria com a ZEISS, melhora o contraste e as cores. Vais conseguir ver irregularidades na neve que normalmente passariam despercebidas.
Vêm com o sistema EVAK, que ajuda a evitar o embaciamento sem perder a barreira contra a neve. Nem sempre funciona a 100%, mas na maioria das situações cumpre bem.
Outro destaque é o conforto. A espuma de tripla camada com microfleece encaixa bem no rosto e é super suave — nada de irritações depois de um dia inteiro a curtir.
Não são os mais rápidos a trocar de lente, mas o ajuste e a qualidade compensam. Muitos riders (eu incluído) continuam a considerá-los uma das melhores opções do mercado.
Vantagens:
Desvantagens:
Glade Adapt 2
Testámos também os Adapt 2 da Glade Optics, e para o preço que têm, surpreendem bastante. Se já te chateaste com lentes que não se adaptam bem à luz, estes resolvem isso com a sua tecnologia fotocromática — ajustam-se à luminosidade do momento.
Não têm o efeito HD de modelos topo de gama, mas a diferença na prática é pequena. E o conforto é excelente — sentes mesmo que nem estás a usar óculos.
Prós:
Contras:
Smith I/O Mag ChromaPop

Tamanho médio, mas há versões para caras mais pequenas e também para quem tem uma estrutura maior. Estas óculos de snowboard com tecnologia ChromaPop são simplesmente brutais. Realçam o contraste e melhoram a nitidez de forma notória, tanto em dias de sol como com o céu carregado.
O sistema magnético para trocar lentes é super prático. Não é o mais rápido do mercado, mas é seguro e fácil — o que dá imenso jeito quando estás a meio de uma sessão e o tempo muda do nada. A ventilação também é excelente, evitando que embaciem até nas condições mais tramadas.
O único ponto menos positivo? O preço podia ser um bocadinho mais simpático. Mas entre a qualidade da lente, o conforto e a fiabilidade, este modelo da Smith continua a ser uma aposta certeira para quem quer umas máscaras topo de gama.
Julbo Cyrius

Tamanho médio, ajusta-se bem à maioria das caras. A grande cena destas Julbo é a lente fotocromática REACTIV. Adapta-se automaticamente à luz, seja com sol forte ou tempo encoberto — e isso é ouro para quem quer visibilidade constante sem andar sempre a trocar de lente.
O design sem aro dá-te uma visão periférica brutal, e a construção com espuma dupla torna-as super confortáveis de usar o dia inteiro.
Claro que não são ideais se procuras trocar de lente rapidamente, porque são de lente fixa. Mas se queres algo versátil, com boa visibilidade e que se aguente bem em todo o tipo de luz, mete estas na lista.
Oakley Flight Tracker
Disponível em vários tamanhos para que encaixem mesmo bem em qualquer cara. A lente Prizm da Oakley é uma referência — melhora o contraste e realça os detalhes na neve, o que ajuda imenso a ver irregularidades ou obstáculos, especialmente com pouca luz.
A armação tem um perfil baixo, o que te dá um campo visual mais amplo e torna estas máscaras muito compatíveis com a maioria dos capacetes. A espuma tripla é macia e garante conforto mesmo em dias longos de riding.
São um pouco caras, é verdade. Mas quem já testou, sabe que a qualidade óptica e o conforto fazem valer cada cêntimo. E se usas óculos graduados, estas são compatíveis com isso também.
Spy Marauder Elite

Tamanho médio a grande. Estas máscaras da SPY vêm com tecnologia HAPPY BOOST, que realça as cores e o contraste como poucas conseguem. Além disso, deixam passar a “luz azul boa”, o que reduz o cansaço visual.
O sistema magnético Deadbolt é seguro e eficaz, embora talvez não tão intuitivo à primeira utilização como outros. Mas o campo de visão alargado e o design flexível sem moldura fazem delas uma opção top para quem quer visibilidade total e estilo.
Sim, são caras. Mas o que recebes em troca — conforto, tecnologia e performance — justifica bem o investimento. Perfeitas para riders que não se contentam com pouco.
Wildhorn Roca

Ajuste bastante versátil e compatível com a maioria dos capacetes. A lente Aurora oferece proteção UV completa e adapta-se bem às condições de luz, ajudando a manter sempre uma boa visão da pista.
Têm um sistema magnético fácil e rápido de usar — ideal para reagir a mudanças repentinas do tempo. O design sem moldura também dá um toque mais moderno e melhora o campo visual (embora a visão periférica não seja das melhores).
São leves, confortáveis e aguentam bem a neve plana. A ventilação faz o seu trabalho para evitar condensações. E o preço? Bastante competitivo para o que oferecem.
Zeal Lookout
Tamanho médio. Estas máscaras têm um sistema de troca de lente chamado Rail Lock, que é bastante intuitivo e seguro. A lente fotocromática adapta-se automaticamente à luz, o que te dá sempre a melhor visibilidade possível.
A tecnologia Observation Deck melhora a visibilidade vertical em 20%, o que faz uma grande diferença nas descidas mais inclinadas. São confortáveis e construídas com materiais premium — sente-se logo ao pegar nelas.
Ainda não tivemos tempo para testá-las a fundo na montanha, mas tudo indica que são um modelo topo. Não são baratas, mas claramente não estamos a falar de uma máscara qualquer — são óculos de snowboard de alta performance, feitos para riders exigentes.

